"O Carácter é a virtude dos tempos difíceis"
(Charles de Gaulle)
Planos:
- Ir ver o filme “De-Lovely” (talvez Domingo à tarde, depois de encher de beijos as bochechas do meu afilhado pequeno);
- Sair com uns amigos até ao “Alquimista” ou “Chapitô” (dependendo dos programas), talvez no Sábado à noite;
- Visitar outro pequenote, filho de amigos e se apanhá-los distraídos vou dar banho ao rapaz deles;
De resto, vestir fato de treino e fechar-me em casa…
- Acabar de pintar o móvel vermelho e colocá-lo no sítio (hoje);
- Pintar a mesa branca (pelo menos uma demão) (talvez amanhã);
- Continuar o meu cachecol de tricot;
- Continuar com as arrumações, nomeadamente começar a separar roupa para dar;
- Ver pelo menos um filmezito dos que me emprestaram;
- Fazer outro doce (agora não quero outra coisa) e
- Tratar de mim…
É só um desabafo (estou com tanta raiva que nem consigo conter as lágrimas)…
Que se foda a falta de dinheiro!
Nunca senti tanto desespero por parte daqueles que amo…
Hoje fui visitar um amigo, que está doente, com uma gripe terrível, de cama, e que vai trabalhar amanhã… porque não pode perder meia dúzia de tostões!!
Depois de todas as queixas que tenho ouvido ultimamente… É normal que rebente!!
Hoje tirei um dia de férias. Almocei salada grega (porque afinal sou uma gaja que tenta ter uma alimentação saudável)… e duas enormes fatias de bolo de chocolate…
Para que conste… não me importei minimamente que o gajo que me vendeu as fatias me tivesse insultado grandemente com o seu olhar (risos)…
Será que estes homens não sabem que o chocolate é um bem de primeira necessidade, essencial mesmo, em algumas alturas da vida das pessoas??
Quando abri o Messenger alguém escolheu este nome:
“Nunca acendas um fogo que não possas apagar…”
É engraçado porque ando a pensar em acender um fogo… E esta ideia maluca não me larga.
Será irresponsabilidade minha julgar que, depois de acesso, conseguirei controla-lo?
Que gaja chata que sou…
Há por aí alguém, que me diga para viver a vida e deixar de pensar nas consequências!!
… os inúmeros “basta” que conseguimos dizer.
Um final não devia ser um desfecho definitivo?
Será masoquismo prolongar um doloroso Adeus?
Já escolhi a cor da minha nova mesa da sala, que já era velha quando chegou cá a casa.
Já escolhi a cor do móvel pequenino que “roubei”, há uns anos, da garagem do pai de um ex-namorado. Um móvel lindo, esquecido numa garagem, talvez por estar velho e coxo…
Estão prontinhos para receber a tinta que acabei de comprar…
Nos próximos dias vou ser feliz!
A Cláudia escreveu isto a um amigo…
“... e eu já nem sei se estou a ser injusta. E acredita que o não saber se o estou a ser magoa-me muito... penso imenso, reflicto... mas não consigo calar a minha raiva.”
É engraçado reler o que escrevemos e tentarmos analisar porque sentimos determinadas coisas. Este pedaço de texto deve-se essencialmente a vários grandes defeitos meus, que me têm prejudicado muito ao longo da minha vida. Um deles é tentar sempre ser a mais justa possível, mesmo que não tenha hipótese de ver as situações com clareza, penso sempre que talvez esteja a ser injusta, ponho sempre em causa as minhas opções e reacções. Outro é ainda acreditar muito nas pessoas. É ficar completamente destruída com atitudes menos honestas, é achar que a vida é demasiado difícil para voltarmos as costas uns aos outros, despendendo energia com situações menos agradáveis.
… Não sei perdoar aqueles que me desiludem ou magoam a mim e a quem gosto… talvez tenham alguma razão! Mas acho que sei perdoar a quem é honesto… não sei perdoar a quem não tem a noção que fez mal, por muito que veja as lágrimas que plantou. Não sei perdoar traição!
Custa-me pautar a minha vida por critérios honestos e ser mal julgada. Custa-me ouvir de uns o que os outros dizem…
Por isso agradeço-TE, que numa altura em que o que parecia não era, numa altura em que te sentiste esquecido, tenhas tido a honestidade de me perguntar. É assim que funciono com os meus amigos. E é isto que espero deles…
Que o tempo trate das minhas feridas, porque acredito na sabedoria popular… Mas o tempo não tem tanta pressa como eu. Continuo à espera olhando impaciente para o instrumento que os homens criaram para medi-lo. Que ousadia a dos homens, que insensatez, que ingenuidade pensarem que podem medir algo que é superior a nós!
Como é a única bússola que tenho, vou olhando para os instrumentos, que medem os minutos, as horas, os dias e até os meses, para os instrumentos que me mostram que já passou demasiado tempo e eu sinto que ainda não estou curada… Tenho pressa! Tenho muita pressa, e o tempo insiste em andar com as minhas feridas demasiado devagar.
E enquanto espero, vou sonhando. Um truque que aprendi… quando sonhamos o tempo deixa de ser preguiçoso, como se os sonhos lhe dessem força, o incentivassem a correr. O tempo gosta de quem sonha! Imagino um cenário bonito, uma casa, um sorriso. Vejo-me a dançar com pessoas lindas e simpáticas. A viver numa casa de madeira, um rio, o mar. Crio histórias só minhas e vivo-as acordada. Fico comigo e com as personagens criadas por mim.
Porque é difícil ficar à espera, porque o tempo não gosta de quem não sonha.
Vou investir na minha casa…
Amanhã,
Invisto em mim (risos)…
O que senti ontem, quando assisti a um assalto.
Primeiro, quando vi a cena, achei que era uma brincadeira entre amigos… Depois, quando uma das três raparigas grita por socorro, enquanto outra tentava que o rapaz não lhe levasse a mala, parece que acordei!!
Um dos meus amigos foi logo a correr, a outra gritou pela polícia que estava bem perto da cena e eu… corri também, nem sei para fazer o quê. Depois foi tudo muito rápido. O rapaz que puxava a mala conseguiu levá-la, a rapariga estava cheia de sangue na mão, o desespero das três, “ai as chaves de casa”, “nem quero pensar no dinheiro que me vai custar um par de óculos novos”. Um grupo juntou-se a nós e aconselhou a seguirmos o rasto porque eles haviam de abandonar o que não lhes interessava, as culpas de uns e os “eu já sabia” de outros. Outros dois rapazes juntaram-se depois…
- Quantos eram?
- Eu só vi um (meu amigo)
- Eram dois (as raparigas), o outro fugiu quando vieste a correr…
- Brancos ou pretos?
- Pretos, disseram todos os que tinham visto.
A calma destes últimos a descer as escadas, fez-me acreditar que já estariam habituados a isto. Talvez fossem mesmo os polícias que chamamos. O tamanho e postura dos próprios corpos, as perguntas curtas e direccionadas, a preocupação imediata e serena de tirar informações acerca dos malfeitores. Uma calma que não é para todos…
As raparigas e os “polícias” foram à procura da mala, com a esperança que tivesse sido abandonada… Não soube como acabou este incidente… De repente lembrei-me que sou demasiado “maricas” quando saio à noite. Já me disseram que era um exagero este medo de ser atacada, já me disseram que parecia um animal com todos os seus sentidos despertos para um possível ataque. Acreditem que ontem, talvez pelo local me ser bastante familiar e me trazer lembranças de muita calma, eu estava perfeitamente descontraída.
Fomos até um bar perto dali, ninguém falou… estávamos todos calados. Eu pensava que poderia ter feito mais, se não tivesse pensado que era uma brincadeira de amigos, o rapaz que estava comigo partilhava que “se talvez tivesse sido mais rápido…”, a rapariga insultava grandemente “estes malandros” e aplicava penas fisicamente cruéis àqueles que roubam e magoam…
É um grande desconforto sentir que talvez pudéssemos fazer mais. É terrível não entender como isto aconteceu. É difícil controlar a raiva àqueles que optam por fazer mal.
Ainda não sei o que senti ontem… Hoje não me lembro do rosto de ninguém. A única imagem que me ficou, foi a primeira, como se tivesse tirado uma foto: Quatro amigos a brincarem no meio de uma estrada de Lisboa por volta da uma da manhã.
"Como superar a raiva"...
ontem num café, hoje numa loja de materiais de pintura... o mesmo rosto.
Resolvi ler o que dizia:
"Por vezes a raiva parece ser uma emoção útil e a forma correcta de responder a situações difíceis. No entanto, se a analisarmos cuidadosamente iremos compreender a sua natureza prejudicial"
... Mais à frente...
"... irá explicar como podemos superar a influência destrutiva da raiva e desenvolver a beleza interior da paciência."
Guardei o papel e sorri para o monge que me entregou esta mensagem. Lembrei-me que não acredito em coincidências... mas acredito que, apesar de tudo, não estou sozinha!!
Gosto quando me envolves como um cobertor. Quando em noites frias abrimos a janela e acendemos a lareira, deitados no tapete, rodeados de velas, olhamos um para o outro durante sempre… E adoro olhar para os nossos vultos na parede, personagens de uma luta que só nós sabemos o quão pacifica é! Gosto de cozinhar contigo. Gosto quando és tu que me banhas… gosto que me vendas os olhos! Rio-me com malandrice quando finges que foges… Gosto desse jogo do sentir que me ensinaste.
E gosto de ser tua e de amar-te em silêncio. Não digo a ninguém o quanto te amo, só tu sabes, só tu precisas de saber. E gosto que não me peças palavras que não sei dizer…
… É demasiado cansativo lutar contra opiniões injustas dos outros.
E eu estou muito cansada de ouvir pessoas a dizer o que ouviram.
Penso mesmo que “o pensar pela cabeça dos outros” é das maiores crueldades que podemos fazer…
À hora habitual, um local diferente…
Um café da baixa, um eléctrico que passa…
O silêncio barulhento dos outros,
O barulho silencioso dos meus pensamentos…
Um chá de camomila.
São momentos assim que procuro, momentos que me aconcheguem.
Arranjei uma gaja...
(Vou conhecê-la no Sábado)
Não quero pensar em mais nada. Pretendo manter o messenger desligado, ver um filme e descansar muito...
Venho só ver daqui a pouquinho se me escreveste... Hoje estou a precisar!
É uma palavra que dispenso, é uma palavra que para mim não faz sentido existir. É uma palavra cujo significado não tem lógica nem nunca senti…
Um dia destes dizia a alguém que me é muito querido, que não faz sentido esse “prolongar de dor”. Se pudermos, alteramos o “erro”. Na impossibilidade dessa correcção, temos que aceitar que todos erramos.
Querida M., não faz sentido prolongares essa agonia por opções passadas, as quais não podes alterar agora…
...Perdoa-te e sê feliz!
… É muito bom saber que continuamos a descobrir as pessoas da mesma forma…
É bom saber que continuamos a ter as mesmas paixões, sem saber, sem estarmos juntos… como por telepatia!
Não imaginas como sinto a falta do teu ombro…
Escrever sobre mim. Apetecia-me transformar estas lágrimas em letras. Mas não saberia onde… este espaço é ocupado por outra. Uma tal “Magnólia” que não conheço, que não me conhece nem sabe o que sinto…
Esta criação que fiz de mim mesma, esta personagem que criou vida e me destruiu. Todas as felicidades e infelicidades que tenho tido na minha vida foi ela que me deu… mas não a mim!
É ela que tem os amigos e é ela que ganha, dia a dia, os inimigos. É a ela que acusam, é dela que gostam… De alguma forma estou vazia de mim e cheia dessa “Magnólia”.
Não sei ser “nada”… Queria que esta dor me abandonasse num só grito. Queria que a Magnólia se fosse embora e com ela levasse todos os problemas que me criou… As pessoas deixaram de me ver, de falar comigo, associam-me ao que ela escreve e acusam-me.
Apetecia-me voltar a ser “eu”…
… que não tenho andado muito serena. Para ser sincera, estou completamente fora de mim. Por isso desde hoje, ao contrário do que seria desejável, permito-me voltar atrás, repensar, apagar alguns post colocados numa altura menos lúcida.
Confesso que está a ser um acordar difícil. Estou a passar uma frase de transição e essa mudança está a ser muito dolorosa… mas também muito desejada…

... E gostei muito das confissões destas mulheres...
Não tenho dúvidas que vou trocar as noites de Sábado pelas manhãs de Domingo…
… não quero que chova de manhã!
Quero que o dia esteja como agora, quero que o mar esteja agitado, quero que a areia esteja fria… quero um daqueles dias que só permitam tirar fotos em tons cinza… por muito inábil que seja quem as tira.
Combinei um passeio na praia de manhãzinha cedo.
Esta é a minha primeira confissão sobre ideias e pensamentos menos normais que por vezes tenho… Acredito que a maioria não entenda o “gozo” e o divertimento destas minhas “pequenas ideias malucas”. Hoje vou partilhar uma ideia que me surgiu há um par de dias, a qual pretendo pôr em prática, se entretanto forem reunidas condições.
Estive a pensar que seria interessante reunir 4 ou 5 pessoas, que não se conheçam entre si, com o único propósito de transmitirem experiências, vivências, receios, dúvidas, os quais normalmente não partilham, talvez com algum receio da censura daqueles que habitam o seu dia-a-dia. O facto é que todos nós habituamos os outros a determinado comportamento, o que de certa forma nos obriga a segui-lo. Neste caso não haveria os “outros” habituais e poderíamos ser os mais honestos possível. Só teríamos a ganhar. Sugeria um lanche descontraído, talvez na minha casa…
No meio deste “plano” fiquei com dúvidas relativamente a um ponto muito importante. Se fosse eu a escolher as pessoas, pelas suas vivências, personalidade e por aquilo que acharia que seria a sua capacidade de partilha, de alguma forma estaria a alterar o principal objectivo, que era falar abertamente sem o peso dos “outros” que estão habituados a um “nós”, na medida em que eu própria poderia ser um elemento inibidor para essa troca de ideias. Além disso, pelo facto de conhecer as pessoas que convidaria a viver esta experiência, a convivência com as restantes e a direcção das opiniões poderia ser adulterada. O ideal seria não conhecer de todo as pessoas que estariam dispostas a participar nesta conversa e assim a aprendizagem seria total. Sem limites, sem receio de censuras, sem a obrigação de ser como nos mostramos todos os dias. Nesta hipótese seriam várias as incógnitas…
Gostaria mesmo de organizar uma partilha destas. Alguém tem ideias?
... que ainda não contei que choro por tudo e por nada.
Mas quando choro por causa de "cenas" de novelas da TVI, é porque esta "merda" está mesmo mal!
Sei que a maioria de vocês gostam destas 3 palavrinhas mágicas. Sei que muitos anseiam que as semanas de trabalho terminem e comece o descanso, as saídas à noite, os passeios na praia, o cafezinho com aqueles amigos com quem não temos tempo de estar durante a semana… Mas acreditem que, para mim, o próximo vai ser excelente! Isto porque não tenho tido fins-de-semana…
Já o disse em privado e repito aqui: “Há demasiado tempo que não tenho tempo”.
Quero arrumar a minha casinha, quero tratar da roupa, lavar o carro, vou ao cinema e a um barzinho sexta-feira, tenho uma drenagem marcada para Sábado, pretendo cozinhar bastante… Fazer uma sopa, umas saladas e talvez uma feijoada vegetariana…talvez comece a pensar em comprar lenha…
Acho que ninguém consegue calcular a ansiedade com que estou para que chegue sexta-feira…
Só há algo que ainda me deixa triste… queria muito resolver uma situação desagradável que se gerou entretanto. E ainda por cima sei que consigo. Sinto que está muita coisa em jogo, que se pode perder muito, e que é muito fácil isto não acontecer.
Espero sinceramente que daqui a muito pouco tempo eu releia este post e me dê vontade de rir. Por enquanto sinto que ainda há qualquer coisa para fazer, sinto que vale a pena tentar…
"A primeira e pior de todas as fraudes é enganar-se a si mesmo.
Depois disto, todo o pecado é fácil"
(J. Bailey)
Ilusão
Abandono
Mágoa,
Traição,
Desilusão,
Morte…
Renascimento,
Aprendizagem,
Esperança,
Serenidade,
Felicidade,
Ilusão…
Não será a vida mais fácil do que o que parece?
… Como o dia esteve bonito hoje?
(adorei abrir os olhos)
Uma desilusão não é mais do que o final de uma ilusão…
Se viver na ilusão poderá ser mágico em determinada altura,
Uma desilusão é o acordar para a realidade…
Deveremos viver na ilusão e não ver a trovoada que está lá fora,
ou acordar para um bonito dia?
Eu nunca estive cá…
Recebi-te na minha vida,
Partilhei os meus amigos,
Deixei que entrasses na minha casa,
Que para ti sempre teve a porta aberta…
E dizes que nunca estive cá!
Apresentei-te o meu corpo,
Adormeci contigo,
Ouvi-te os pesadelos,
E contigo enfrentei os teus medos…
E dizes que nunca estive cá!
A tua toalha e a tua escova no meu canto,
As nossas roupas juntas na máquina,
Cozei para ti, cozinhamos juntos,
Até mensagens de amor de outras tolerei, enquanto dormia contigo…
E dizes que nunca estive cá!
Talvez prefiras ouvir outras,
Que pela insensatez da idade,
Prefiram mostrar com palavras,
A sua vasta sabedoria…
Palavras mentirosas, que poderão nada significar…
Palavras lindas que te hipnotizam,
Não sou poeta, não tas sei dizer,
E tu nunca soubeste entender as minhas…
Agora te digo, de forma honesta,
Sem grandes vírgulas e ponto finais,
Sem grandes rimas,
Porque não as sei fazer…
Já não estou cá!
… já gozei de melhor sanidade mental!
Hoje de manhã depois do banho, pensei em desodorizante e coloquei um tampão…
…Não estou com o período…
Mais uma destas e procuro a ajuda de um especialista…
... acabei de enviar um mail à minha irmã.
Por vezes preciso de uma força extra...
Porque será que o centésimo pontapé doi o mesmo que o primeiro?? Não era suposto criarmos resistências??...
Ou morrermos??

Uma das minhas favoritas...
“Dizem que fazia amor com qualquer um
E que se drogava
Dizem que foi apanhada a ver o mar
Com outra mulher
Dizem que foi encontrada morta
Os pulsos cortados...”
"Dizem que não sabiam quem era", Jorge Palma
E em vez de um abraço sincero e calado…
E em vez de me limpares as lágrimas…
E em vez de me mimares no teu ombro…
Telefonaste a dizer que chegavas tarde…
Não te lembraste das palavras que queria sentir…
Questionaste, discutiste na língua que muitos falam… e eu,
Quando cansada te pedi para parar,
Quando exausta te supliquei que parasses com a tortura…
Adormecemos de costas viradas.
Hoje de manhã disseste que te ias embora…
... sentimos isto.
Talvez por isso tenha adorado esta descrição de vazio!
… (ainda estou a contar)
Juro que isto nunca mais vai acontecer! A partir de hoje nunca mais vou perder a cabeça… não por causa de coisinhas que não valem a pena...
E já sei como vou cumprir esta minha promessa a mim mesma…
"Acreditar em Algo e Não o Viver é Desonesto"
Gandhy
… Coisas para fazer, tanto para arrumar, tantas conversas que ficaram para depois, tantos males entendidos, tanta confusão…
…e eu sem tempo para arrumar o que se amontoou à minha volta!
…Porque tenho lido “uma palavra vazia”…
E porque tenho dúvidas se te amei ou odiei…
E porque nunca pensei ser possível antes desta confirmação…
Tenho uma pergunta para vos fazer, que me persegue há algum tempo:
Será possível amar e detestar o mesmo alguém?
… Queria que cá estivesses quando cheguei a casa, queria que, sem me perguntares nada me limpasses as lágrimas que apanhei no caminho, queria que me abraçasses como só tu sabes. Sem dizeres nada encostavas a minha cabeça no teu ombro e mimavas-me… Contavas-me histórias alegres, em voz baixa, naquele teu tom e eu sem dizer nada adormecia feliz... só um pouquinho antes de ti. Sem palavras, sem olhares, sem perguntas, sem respostas… Numa língua que só nós conhecemos.
Tenho muita pena que tenhamos deixado de comunicar…
Será que alguém conhece os seus próprios limites?
Numa situação difícil, numa discussão, num momento de desespero… Já alguém sentiu que os ultrapassou… Que perdeu toda a racionalidade e se transformou num animal?
(...)
E depois deste momento de loucura, O que fica? Que sentimentos se apoderam de nós?
A consciência de que...
Vou beber um café, encher-me de cigarros, buscar o candeeiro ao quarto e fazer uma noitada… que “programinha” tão chato!
Há alguns dias que olho para o pacotinho de “Vermicelli” (massa de arroz chinesa) sem saber muito bem o que hei-de fazer com ele. Solicitei alguma ajuda neste espaço, mas ninguém me ajudou enviando receitas… Esta minha mania de comprar coisas diferentes!
Hoje decidi inventar… uns camarões, picante, um pouco de molho de soja…não saiu muito bem, um pouco salgado. Mas esta massa tem uma consistência muito boa e fica muito bem com vegetais… exactamente o tipo de alimentação que tenho tentado ter.
Amanhã experimento outro pacotinho de massa integral com um pouco de frango cozido e muita fruta (palpite dado por um amigo) … vamos ver como fica.
PS: Continuo à espera de receitas com massa de arroz (risos)!
… Comigo
Ontem não fui muito responsável… espero que hoje corra melhor.
este teste...

You're a Winter. You very much enjoy your time alone but do like other people's company sometimes. You just need your space. You have a few priviledged friends who saw past your colder exterior to find the true you. You can have pretty bad mood swings (though you hate to admit it) so you could be soft one second then storming around the next! But over all, you're a very pleasant person once people take the time to get to know you. You're a good friend for in-depth talks. You're very talanted when it comes to creative things
encontrei aqui
estou com vontade de fazer algo!
Tenho perguntas para te fazer. Sim a ti, que me persegues escondida como um nojento rastejante. Sempre à espera de um erro meu, de um passo em falso… traiçoeiramente segues-me e esperas que caia. Convence-te que isso não vai acontecer...
Sei que me ia arrepender… estarei a confundir sensatez com cobardia!
Terei medo das consequências da minha reacção ou deverei tratar-te como um parasita?
Sabes que tenho que ir.
O destino chamou-me para uma grande luta. Luto por mim, luto por ti e pelo meu filho, luto por todos nós. Acredito nesta batalha, tu sabes! Tu que sempre foste a minha mulher, a minha companheira, minha sensata cúmplice, minha sábia amiga. Sabes que acredito nesta guerra e por isso deixas-me ir. Descansas-me com dizeres de força, descansas-me e dizes-me que cuidarás dele até à minha chegada. Que saberá quem sou, que lhe ensinarás o meu nome e que ele gritará a minha coragem.
Sabes que quero ir e não me prendes, aliás nunca me prendeste! Nunca fomos adversários, nunca me tentaste vencer… lutámos sempre juntos. E agora que tenho que ir, mesmo contra a tua vontade, nem os teus trunfos usas.
Sabes que voltarei para vos buscar. É um sonho meu e tu sabes… assumes como sendo um sonho teu também. E eu amo-te por isso.
Vês-me sair. Olhas-me e autorizas a minha ida. Em vez de um abraço ou beijo, em vez de uma despedida, colocas a tua mão no meu ombro… “Até logo!” – dizes. Dás-me o teu sorriso mais sincero. E eu vou. Vou feliz.
O destino chamou-me para vencer uma guerra e tu estarás ao meu lado.
Um para o Luís, o frasquinho verde é para o Pai… era simpático dar um também aos meus amigos M. e B., outro para a Mariana, que me vem visitar na segunda-feira… pode ser um pequenino porque ela também é pequenina…
Fiz doce e adorei dividi-lo em frasquinhos para dar a alguns de quem gosto!